realities of life


Chega uma hora em que você consegue suportar seus próprios defeitos, consegue enxergar suas poucas qualidades, consegue rir dos seus próprios erros e acaba percebendo que a vida tem um valor e que você tem sim, um valor diante da vida!
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração. Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesmo, mas com certeza não serei a mesma pra sempre!
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer: e daí? Eu adoro voar!




Mania boba de ficar lembrando de quem já me esqueceu faz tempo. 

Mania boba de ficar lembrando de quem já me esqueceu faz tempo. 

(Source: poeta-do-infinito, via aaquelasonhadora)

enfraquecidos:

“Quando pequena sempre quis saber os “porquês” das coisas. Na verdade sempre fui uma pessoa curiosa e questionadora. Meus pais sequer tinham paciência para aturar tantas perguntas feitas sobre tudo e todos. Tudo me encantava, me causava uma espécie de “ânsia por conhecimento”. Pequenos detalhes eram o suficiente para atrair a minha atenção e despertar curiosidade em mim. Atualmente, eu fujo de fazer tantas perguntas, e tenho uma certa fobia por “porquês”. Pois geralmente as respostas são justamente aquelas que tanto temo receber. Na infância as coisas com certeza eram bem mais fáceis, eu só queria saber o porquê de coisas simples, coisas de crianças, inocentes. Agora? Agora eu tenho um certo acanho em querer saber o porquê disso ou aquilo, pois agora a maioria destas perguntas envolvem sentimentos, os meus sentimentos, coisas de que eu queria distância. Muitas pessoas me magoaram e hoje tenho medo de deixar novas pessoas entrarem em minha vida, medo de que elas cometam os mesmos erros que as outras que me deixaram. Agora eu me pergunto: por quê? Por que eu? Por que as coisas estão assim tão bagunçadas? Por que agora parece que a vida só faz questão de me derrubar? Por quê? De fato, agora há muito mais perguntas em minha vida, a maioria sem respostas e eu? Eu sem ideia de como descobrir as respostas para essas coisas.” Mari + Danielly (enfraquecidos)

enfraquecidos:

“Quando pequena sempre quis saber os “porquês” das coisas. Na verdade sempre fui uma pessoa curiosa e questionadora. Meus pais sequer tinham paciência para aturar tantas perguntas feitas sobre tudo e todos. Tudo me encantava, me causava uma espécie de “ânsia por conhecimento”. Pequenos detalhes eram o suficiente para atrair a minha atenção e despertar curiosidade em mim. Atualmente, eu fujo de fazer tantas perguntas, e tenho uma certa fobia por “porquês”. Pois geralmente as respostas são justamente aquelas que tanto temo receber. Na infância as coisas com certeza eram bem mais fáceis, eu só queria saber o porquê de coisas simples, coisas de crianças, inocentes. Agora? Agora eu tenho um certo acanho em querer saber o porquê disso ou aquilo, pois agora a maioria destas perguntas envolvem sentimentos, os meus sentimentos, coisas de que eu queria distância. Muitas pessoas me magoaram e hoje tenho medo de deixar novas pessoas entrarem em minha vida, medo de que elas cometam os mesmos erros que as outras que me deixaram. Agora eu me pergunto: por quê? Por que eu? Por que as coisas estão assim tão bagunçadas? Por que agora parece que a vida só faz questão de me derrubar? Por quê? De fato, agora há muito mais perguntas em minha vida, a maioria sem respostas e eu? Eu sem ideia de como descobrir as respostas para essas coisas.” Mari + Danielly (enfraquecidos)

(via umatardesombria)